Outras operadoras de cartão de crédito criticam Nubank no Brasil

No Brasil, o CADE, o órgão de Fiscalização da concorrência, está a analisar a indústria dos cartões de crédito, com vista a possíveis práticas anticoncorrenciais que se tornaram ainda mais comuns depois da explosões de opções de cartão de crédito de bancos digitais.

A investigação vem, segundo a Reuters, depois de uma queixa de Nubank, uma FinTech financiada pela Goldman Sachs. A empresa oferece cartões de crédito e contas bancárias para 3 milhões de pessoas no Brasil. Nubank também tem aprovação para se tornar um banco. No início deste mês, a empresa arrecadou US $150 milhões em uma rodada de financiamento que foi liderada pela DST Global Investment Partners. No ano passado, a empresa recebeu uma linha de crédito de 455 milhões de reais, ou cerca de US $137,71 milhões.

Nos termos da denúncia, a Nubank alegou que alguns dos maiores bancos do país, incluindo o Banco do Brasil, a Itaú Unibanco Holding SA, O Banco Bradesco SA, O Banco Santander Brasil e a Caixa Econômica Federal, procuraram impedir a livre concorrência no setor. A Reuters observou que os cinco maiores bancos do país possuem 85 por cento dos ativos.



A queixa alega que os serviços oferecidos pelos bancos, tais como o banco de instrução e de acesso automática de débito de cartão de pagamentos — foram frustrados quando se trata de FinTechs, e que aqueles tecnologia upstarts ter sido sobrecarregado quando se trata de oferecer os mesmos serviços.

Desses bancos, a Reuters informou que o Banco do Brasil e o Itaú Unibanco negaram qualquer delito.

O Nubank passou de cartões de crédito para contas digitais no final do ano passado. A Reuters informou na época que, embora a geração milenária seja "o núcleo demográfico do cartão de crédito do Nubank", a empresa está agora direcionada a 60 milhões de brasileiros — cerca de 30 por cento da população — que não têm conta bancária.

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